Os pingos
dançavam,
reverentes
e ofertavam
substrato
de vida.
A cena era
montada
e o cavalo
a tudo
observava.
A mãe
consigo levava
no coração
do útero
o bebê que
nadava feliz
e esperava
confiante
na jornada
que o aguardava.
O pai,
forte sentinela, sabia
o que lhe
competia naquele concerto.
A música
da dança não deixava dúvida:
a vida
prosseguiria com seus encantos
e aquele
momento haveria de ser esse
transbordar
de alegria e confiança...
texto: Abel Sidney
foto: Gean Carla

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