CORES POÉTICAS
De repente, fizeram-me ver
que existem cores poéticas
que se estampam no
próprio nome.
que existem cores poéticas
que se estampam no
próprio nome.
O amarelo-velho levou-me ao
encontro com meu avô
e seu cachecol.
encontro com meu avô
e seu cachecol.
A rosa-menina aos jardins,
evocando donas de casa que
partilham zelo e beleza e
tornam seus canteiros uma
antessala, uma amostra do que
lhes vai no coração.
evocando donas de casa que
partilham zelo e beleza e
tornam seus canteiros uma
antessala, uma amostra do que
lhes vai no coração.
O verde-nascendo trouxe
a certeza de outros novos
amanheceres, muito além
desses dias cinzentos,
de homens sombrios.
a certeza de outros novos
amanheceres, muito além
desses dias cinzentos,
de homens sombrios.
Por fim, o vermelho-paixão
fez-me pensar que se a vida
faz correr o sangue nas veias
é para nos lembrar que vivemos
de movimento, de impulso, de ação.
fez-me pensar que se a vida
faz correr o sangue nas veias
é para nos lembrar que vivemos
de movimento, de impulso, de ação.
Acho que agora posso descansar
um pouco ao contemplar este
azul-entardecer tão nosso,
dos céus de Rondônia...
um pouco ao contemplar este
azul-entardecer tão nosso,
dos céus de Rondônia...
Salve as cores!!
Abel Sidney
14mar2015
14mar2015





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